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Teste a visão com regularidade para evitar estas doenças oftalmológicas

Uma grande maioria das pessoas apenas procura acompanhamento oftalmológico quando sente que a visão começa a tornar-se menos nítida. Normalmente, as primeiras consultas ocorrem quando o paciente começa a sentir mudanças. Neste post falamos-lhe sobre algumas doenças silenciosas, cujo tratamento depende da precocidade do diagnóstico.

Uma grande maioria das pessoas apenas procura acompanhamento oftalmológico quando sente que a visão começa a tornar-se menos nítida. Normalmente, as primeiras consultas ocorrem quando o paciente começa a sentir mudanças: no caso das crianças, é comum deixarem de ver nitidamente para o quadro na escola, por exemplo.

Apesar de os momentos de mudança serem bons para fazer uma reavaliação oftalmológica, a verdade é que, no dia a dia, problemas como ardor nos olhos, cansaço e dores de cabeça são muitas vezes desvalorizados. Por detrás destes, podem esconder-se doenças silenciosas tais como o glaucoma e que se vão agravando progressivamente, caso não sejam identificadas.

A juntar a isto, há também o facto de muitas doenças oftalmológicas apresentarem sintomas semelhantes. Para identificar a verdadeira origem do problema são necessários testes específicos, recomendados por médicos especializados.

No que diz respeito a datas, se não forem identificados problemas na altura do nascimento recomenda-se que a primeira consulta oftalmológica ocorra no primeiro ano de idade; a criança deverá voltar ao oftalmologista entre os quatros e os seis anos e, depois, entre os 12 e os 15. A partir dessa idade, as consultas devem tornar-se mais regulares (pelo menos de 3 em 3 anos).

Nos parágrafos que se seguem, falamos-lhe sobre algumas doenças silenciosas, cujo tratamento depende da precocidade do diagnóstico.

Glaucoma

O glaucoma pode ser sucintamente descrito como um conjunto de fatores que promovem lesões no nervo ótico. Por ser uma doença lenta e silenciosa, acredita-se que muitas das pessoas que sofrem com o problema nem sequer sabem que o têm.

O sintoma mais comum é a perda de visão periférica. Se a perda for acentuada, é normalmente detetada pelo doente, mas na maioria dos casos esta perda é lenta e pode ser subtil, pelo que acaba por ser tomada como um problema menos grave.

Nos casos mais graves, o glaucoma pode levar à cegueira total. A progressão da doença é irreversível, sendo que os diabéticos e idosos são os grupos mais afetados.

Retinopatia diabética, hipertensiva e da prematuridade

Outo problema ocular que pode ser minimizado com a realização regular de exames é a retinopatia, uma doença que devida a lesões na retina. Associada a outras doenças, como a diabetes e a hipertensão, a retinopatia afeta principalmente doentes com alguma idade. O problema pode também aparecer em recém-nascidos prematuros, o que acentua a importância do acompanhamento desde os primeiros meses de idade.

Degenerescência Macular Relacionada com a Idade (DMRI)

A Degenerescência Macular Relacionada com Idade é uma doença degenerativa que atinge a retina na região da mácula (local de maior concentração de células cone responsáveis pela acuidade visual e pela visão das cores) e leva à perda gradual da visão central.

Se não for diagnosticada, a DMRI pode levar à cegueira em ambos os olhos. O primeiro sintoma é normalmente a distorção da imagem e incapacidade de focar pontos centrais e o problema afeta normalmente pessoas com idade superior a 55 anos.

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