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O que é o retinoblastoma? Descubra agora neste artigo!

Com origem numa mutação congénita, o retinoblastoma é um tumor maligno que afeta a retina. O problema surge devido ao desenvolvimento rápido dos retinoblastos, as células responsáveis pelos fotorreceptores e cuja função é captar a luz que é depois transportada para o cérebro humano.

Com origem numa mutação congénita, o retinoblastoma é um tumor maligno que afeta a retina. O problema surge devido ao desenvolvimento rápido dos retinoblastos, as células responsáveis pelos fotorreceptores e cuja função é captar a luz que é depois transportada para o cérebro humano.

Quando o retinoblastoma é hereditário, afeta normalmente ambos os olhos. O problema desenvolve-se ainda no feto.

Em situações normais, quando os olhos se estão ainda a desenvolver, os retinoblastos dão origem a novas células para formar a retina. Quando a retina se encontra desenvolvida, o crescimento dos retinoblastos é interrompido. Se tal não acontecer, dá-se uma situação de retinoblastoma.

A sequência de eventos que dá origem ao problema é complexa. Sabe-se, todavia, que o problema está ligado a uma mutação no gene RB ou RB1.

Este último é o gene responsável por controlar o desenvolvimento das células e garantir que este não é excessivo. Diferentes mutações neste gene podem dar origem a diferentes tipos de retinoblastoma.

Sintomas e tratamento do retinoblastoma

Estima-se que cerca de 30% de todos os casos de retinoblastoma são hereditários.

Regra geral, o problema é facilmente detetável já que o seu principal sintoma/sinal é aquilo que vulgarmente se chama de “olho de gato”, isto é, pupila brilhante ao incidir uma luz, ou pupila branca (leucocória).

Outro sintoma associado é o comprometimento da acuidade visual e o estrabismo.

Não é incomum os casos de retinoblastoma estarem associados a outros problemas. Nalguns casos, o tumor pode inclusive espalhar-se para outras partes da cabeça. Por essa razão, um diagnóstico específico e ajustado a cada situação é fundamental.

Dependendo da situação, existem diferentes tipos de tratamentos. Tumores mais pequenos, por exemplo, podem ser removidos por cirurgia laser, termoterapia ou crioterapia. Há também a possibilidade de recorrer a outras formas de tratamento como a quimioterapia.

Por último, quando todas as alternativas se esgotam e o tumor se torna intratável, a solução passa normalmente pela remoção completa do olho, a enucleação.

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