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Tem um hordéolo ou terçol no olho? Saiba que cuidados deve adotar!

Incomodativo, o hordéolo ou terçol é um problema comum e de tratamento rápido. Apesar de não ser preocupante, pode ter um impacto estético elevado, resultando no inchaço da pálpebra muitas vezes doloroso. Mas, afinal, como é que surgem os hordéolos?

Incomodativo, o hordéolo ou terçol é um problema comum e de tratamento rápido. Apesar de não ser preocupante, pode ter um impacto estético elevado, resultando no inchaço da pálpebra muitas vezes doloroso. Mas, afinal, como é que surgem os hordéolos?

O hordéolo, nome médico para terçol ou terçolho (que também é confundido com Chalázio ou Calázio) é nada mais do que uma inflamação nas glândulas sebáceas que se encontram nas pálpebras, junto à raiz das pestanas. Estas glândulas são produtoras de gordura e responsáveis por manter a hidratação dos olhos.

Quando, por algum motivo, estas glândulas são obstruídas ou contaminadas por bactérias (como o Staphylococus aureus), o hordéolo aparece.

O processo é muito semelhante ao que ocorre em casos de acne, no qual borbulhas surgem na sequência da obstrução das glândulas sebáceas que existem na pele. Nalguns casos, o hordéolo pode estar mesmo associado à excessiva produção de gordura pelas glândulas da pálpebra. Lembre-se, no entanto, de nunca o espremer.

Entre os problemas que podem aumentar o seu risco de aparecimento, destacam-se os cuidados de higiene, o uso excessivo de maquilhagem e a má higienização da mesma, a falta de cuidado no manuseio de lentes de contacto e a predisposição para o acne.

Como tratar um hordéolo ou terçol?

O tratamento do hordéolo ou terçol é relativamente simples. Quando ele aparece, reforce os cuidados de higiene do olho e da pálpebra e recorra a diferentes técnicas.

Uma das mais conhecidas é a utilização de compressas de água morna (algodão ou gaze) que se colocam por cima do hordéolo durante cerca de 15 minutos, várias vezes ao dia. Se não houver contraindicação, poderá ser útil a utilização local de uma pomada com corticosteróide e a massagem local.

Regra geral, o hordéolo deverá desaparecer no espaço de uma semana. Caso isso não aconteça, dirija-se ao seu médico. Em situações mais complexas (como inflação crónica ou perceção do pus), pode ser necessário lancetar a tumefação e proceder à drenagem do abcesso. Este processo deverá ser feito por um oftalmologista.

Existe risco de contágio?

Ao contrário de outras doenças como a conjuntivite, o hordéolo não é contagioso, ou seja, não é transmissível à distância nem contamina o outro olho.

Apenas por uma questão de higiene, recomenda-se que não partilhe toalhas ou outros utensílios que possam estar sujos ou contaminados. Durante ou após o tratamento é importante que redobre os cuidados e evite, por exemplo, coçar os olhos com frequência. Lave também as mãos com mais regularidade.

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